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sexta-feira, 9 de abril de 2021

Um amigo chamado Jesus

Introdução Jo 15.13-16

Quantas foram as vezes que nos decepcionamos com alguém cujo depositamos nossa confiança?

Se encontrarmos amizades que carregam pelo menos estes três atributos: um amigo compassivo, um amigo instrutor, um amigo que acredita em você, teremos menos decepção.


1 - Um amigo compassivo Jo 15:13

Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Verdadeiros amigos se entregam, dedicando o coração, tempo e confiança Gl 1:4.

Amigos não excluem inimigos. A diferença está na seleção de suas amizades pois os verdadeiros amigos irão sucumbir os inimigos que te rodeia, principalmente quando estiver a beira o abismo.


2 - Um amigo que instrui Jo 15:14

Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Jesus é um amigo que ensina a verdade que nos liberta de todo mal Jo 8:32.

Verdadeiros amigos sabem confrontar falando a verdade em amor Ef 4:15.

Verdadeiros amigos te levam a Cruz e a Cruz te reporta a Cristo e Cristo te leva ao arrependimento.


3 - Um amigo que acredita Jo 15:15

Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer. Verdadeiros amigos aprendem a confiar nas pessoas dando uma chance Pv 17:17.

Jesus é um amigo que confia em nós mesmo sabendo de nossas limitações, porque seu amor é incondicional.


Conclusão Jo 15:16

Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda. Quando somos amigos de Jesus Cristo, o Senhor coloca em nosso caminho pessoas de Deus e nos ajuda também a ser semelhantes a Jesus para ser amigos de outras pessoas Ef 5:1-2.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Omissão também é um pecado.


Estudo extraido J. C. Ryle - Santidade – Sem a Qual Ninguém Verá o Senhor, Editora Fiel - p.28-29

... É comum, dizer, a qualquer dedicado(a) ao estudo da Sacro Santa Palavra de Deus, que o homem, ao longo de sua história, tem dificuldade em receber a lei de Deus em sua mente e coração, mesmo não havendo qualquer ato externo e visível de iniquidade.
 Nosso Senhor resolveu a questão sem deixar dúvidas. Ao proferir o Sermão do Monte (Mt 5:21-28), Jesus esclareu bem estas questões. Já dizia um poeta: “Um homem pode sorrir, sorrir e ainda ser um vilão”.

Logo, dizer a um estudante dedicado, que há pecados de omissão tanto quanto de comissão, e que pecamos, tal como diz o nosso livro de oração, ao “deixarmos de fazer as coisas que deveríamos fazer” tanto quanto ao “fazermos aquilo que não deveríamos”. 

As solenes palavras do Mestre, no evangelho de Mateus, também deixam a questão sem sombras de dúvidas. Na escrita: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber” (Mt 25:41-42), leva-nos a uma reflexão, sobretudo, aos pecados de omissão”. Penso ser necessário relembrá-lo(a), caro leitor(a), que um homem pode cometer um pecado e, no entanto, fazê-lo por ignorância, julgando-se inocente, quando na realidade é culpado. 

Não consigo perceber qualquer garantia bíblica para ao mal do século, de que “o pecado não é pecado, enquanto não o percebermos e tomarmos consciência dele”. Ignorando a narrativa dos capítulos 4° e 5° do livro de Levítico, bem como capítulo 15° do livro de Números, vemos Israel recebendo instruções sobre pecados de ignorância que tornavam as pessoas imundas e que precisavam ser expiados (Lv 4:1-35; Lv 5:14-19; Nm 15:25-29), onde também o Senhor ensina expressamente que o servo que não soube da vontade do seu senhor, e não agiu conforme essa vontade, não será desculpado pela sua ignorância, mas castigado (Lc 12:48). Bem aventurados os que se permitem relembrar que, ao fazer do nosso conhecimento e de nossa consciência miseravel e imperfeita a medida de nossa pecaminosidade, arriscamo-nos pisar em terreno perigoso. Sendo assim, vale apena aprofundar-se um pouco mais nos estudos do livro de Levítico afim de alcancarmos, em Deus, amadurecimento ao ponto de colocar em prática todo conhecimento adquirido."...

Por; Pr Carlos Ferreira

domingo, 28 de julho de 2019

O que Deus espera de mim como igreja?

Introdução Rm 12.1-2

O assunto a ser tratado, considera-se por volta de (57/58 d.C), como data da escrita. Alguns preferem considerar o começo de 58 d.C, como referência a sua escrita, isto porque seu autor estava concluindo sua terceira viagem missionária, iniciada em 54 d.C, quando de Éfeso foi para Macedônia, depois Acaia e Corinto, onde permaneceu 3 (três) meses, considerando após este período, o término de sua missão, decidindo ir para Jerusalém afim de participar da festa de Pentecostes At 20:16. Enquanto estava Corinto, se hospedou na casa de Gaio Rm 16:23, quando então decidiu escrever para os cristãos desta igreja, sendo esta carta levada pela diaconisa Febe Rm 16:1, expondo na carta, as grandes linhas do evangelho. Ou seja, seu maior tratado, cujo tema é a revelação da ira de Deus contra o pecado e a justiça pela fé como base da justificação.

Precisamos observar, à quem a carta está sendo endereçada. A maior igreja da época!!! Haja vista, o berço do paganismo. Logo é notório a preocupação do autor com a unidade da igreja. Quando falamos em Koinonia, devemos pensar em comunhão. Ou seja, participar de algo indivisível. Podemos entender comunhão como unidade, pois ter algo em comum é o mesmo que ter unidade na igreja, conforme lermos em At 2:42-47. Estamos falando da Igreja Apostólica Romana e do apóstolo Paulo.

Para maior compreensão do texto, precisamos discernir o que diverge o pensamento cristão do pensamento apresentado pelo apóstolo. Ou seja precisamos saber:

1 - O que é igreja
Na visão de Paulo, igreja é o (único) corpo de Cristo, o qual é formado por vários e diferentes membros. Porém com algo em comum: funcionamos todos no mesmo corpo de Cristo, sob a direção do (único) Espírito Santo de Deus! 1Co 12:12-13.

Nos ensinaram uma visão deturpada do que é culto!!! Onde aprendemos que culto é a reunião dos "santos". Que santo, se todos pecaram e foram destituídos da glória de Deus? Rm 3:23-24; Aprendemos, e até usamos a bíblia para dizer que "aquele que pode fazer o bem e não faz, comete pecado" Tg 4:17, o mesmo que uma Ceita famosa que prega a necessidade de fazer o bem para alcançar status de espírito, ou seja, usamos a bíblia para sustentar nossos erros e as vezes o nosso ego; Aprendemos que vamos a igreja para adorar a Deus, isto os demônios também fazem Tg 2:19, e melhor do que muitos "cristãos", estremecem; Lembro-me que o mesmo fez satanás quando tentou usar a palavra de Deus contra o próprio Deus da palavra na pessoa de Seu Filho, Jesus Cristo.

Apresentar os nossos corpos a Deus é o nosso “culto, racional”, Rm 12:1-2. Qual o significado desta expressão? Para entender o termo usado por Paulo, devemos compreender estas três palavras que ele empregou.

2 - O que é culto
Ao fazer uma exegese do texto, foi possível identificar que a palavra “culto” quando traduzida de sua origem (latreia) grega, diverge bastante daquilo que a igreja tem compreendido como culto.

Aparece cinco vezes no Novo Testamento. Na Almeida Revista e Atualizada 2ª Edição, é traduzida “culto” em Jo 16:2; Rm 9:4 e Rm 12:1. Enquanto Hb 9:1 e Hb 9:6, Significa “serviço(s) sagrado(s)”. Podemos pensar ser o serviço de obediência a Deus em geral, ou pode se referir, como nas duas citações em Hebreus 9, aos atos específicos de louvor dirigidos a Deus. Assim, a palavra culto, em nosso uso hoje, corretamente descreve o serviço dado ao Senhor, isto quando os cristãos o adoram. Mas, a mesma palavra pode abranger qualquer ato de obediência que honra o nome de Deus.

3 - O que é ser racional
Racional vem da palavra grega logikos. Não é difícil perceber a idéia da lógica ou raciocínio. Este adjetivo aparece, no Novo Testamento, somente aqui e em 1Pe 2:2, onde descreve o leite espiritual.

A forma do substantivo (logos), porém, aparece mais de 300 vezes no NT, e é traduzida por termos como palavra, conta, ensinamento, modo, ditado, testemunho, verbo etc. A ideia principal tem a ver com discurso (palavra/verbo) e raciocínio.

Conclusão
O que é, então, igreja, culto, ser racional?
Rm 12:1-2, afirma que nosso estudo nunca deve se reduzir a um exercício acadêmico, aprendendo por aprender. Em Jo 1:1 "εν αρχη ην ο λογος και ο λογος ην προς τον θεον και θεος ην ο λογος". Ou seja. O conhecimento da palavra de Deus exige uma aplicação prática. A maioria das cartas do NT, como é o caso de Romanos, contém uma série de aplicações práticas no final, depois de estabelecer a base doutrinária. Tiago (Tg 1:22) disse: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra, e não somente ouvintes.” Este é o nosso culto racional!

“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós” 2 Co 13:13


Por; Pastor Carlos Ferreira (Pr.Kadu)