quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A importância do Evangelismo

1 comentários
“MOTIVOS E AUTORIZAÇÃO" 
O Senhor Jesus é o motivo supremo e também e a Autoridade que nos manda pescar homens para Ele. Ele é o Mestre por excelência, e o exemplo na arte de fazê-lo. Ele promete êxito na tarefa, se cumprimos a condição de O seguirmos. (Mt.4:19. ) Deve ficar claro, também, que o êxito na incumbência de evangelizar não significa exatamente que se converta caso pessoas a quem se fale. Isto não aconteceu nem com o Senhor Jesus, quando esteve corporalmente entre nós na terra (Mt 19:16-22). O mesmo pode se dizer dos Apóstolos (At.17:5, 32; At. 19:9), são exemplos de momentos em que a Palavra levada pelos Apóstolos não foi aceita pelos seus ouvintes. Porém, cada ser humano que houve a Palavra de Deus, que é evangelizado, há de sentir-se responsável pela sua reação, não perante o qual lhe prega o evangelho, mas diante de Deus (II Co.5:17-21). Testificar aos homens, apresentando-lhes as verdades do Evangelho ou Boas Novas a cerca de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, é obrigação séria e responsabilidade de cada cristão.

POR QUE EVANGELIZAR?
1 - PARA A GLÓRIA DE DEUS (I Co. 10:31)
Como em todas as coisas que fazemos em nossas vidas.
2 - PELA GRATIDÃO A DEUS
- Por Sua Graça ao salvar-nos, e o reconhecimento por suas bênçãos.
3 - O AMOR A DEUS
- O nosso amor a Deus. Então, recapitulando... São três os motivos que nos constituem a força que nos impulsiona a evangelizar: A GLÓRIA DE DEUS, A GRATIDÃO A DEUS e O AMOR A DEUS. Há também motivos que são secundários em relação a estes.

MOTIVOS SECUNDÁRIOS:
O amor às almas, o amor de Deus à humanidade, a condição do homem no pecado, a alegria de quem prega a alegria dos anjos ao ver uma alma arrependida à necessidade de mudar o destino eterno do homem. Porém, a razão maior para evangelizar, deve ser a GLÓRIA DE DEUS, embora não devamos negar os outros motivos como legítimos e poderosos. Todos têm seu lugar.

MOTIVOS INDIGNOS:
HÁ UM LADO NEGATIVO - o evangelizar por impulsos, diferentes dos que levam à GLÓRIA DE DEUS. O negativo acontece quando em realidade o que nos move a falar são o orgulho e o desejo de ganhar uma glória pessoal. Pode ser natural que o cristão queira ser reconhecido como um ganhador de almas. Porém, de uma forma sobre natural ele pode vencer esta inclinação vaidosa e trabalhar unicamente para a GLÓRIA DE DEUS - pois esse é o motivo central da evangelização.

ERROS QUE DEVEMOS EVITAR
Um engano que se pode cometer, na evangelização é: falar a uma pessoa acerca da sua relação para com o Senhor Jesus e o perigo da sua perdição, e se não se consegue convencê-la, utiliza-se de esforços humanos até afastá-la definitivamente, em vez de ganhá-la. É um erro também a tentação de ficar satisfeito com uma concordância superficial em vez de conseguir-se uma decisão genuína. É fácil confundir um aparente convencimento humano com uma convicção de um a conversão operada pelo Espírito Santo.

O OBREIRO É SERVO E EMBAIXADOR
Nós somos servos e sacerdotes, embaixadores pessoais do Reino de Deus... Mas estes títulos de honra têm a ver especialmente com nossa relação com Deus... Não com os homens. Em Apocalipse 3:20, e II Coríntios 4:5, nosso Senhor é apresentado fora da porta do coração de cada pessoa incrédula, batendo e solicitando entrada. O próprio homem tem que resolver se abra a porta e Lhe dá entrada, ou não. O Senhor Jesus não força a porta, nem nada pede mediante violência. Simplesmente explica qual é a consequência da recusa ou aceitação, mais nada. Somos nós que levamos as informações acerca de Jesus Cristo para a alma perdida. Em II Co. 4:5, está escrito que não pregamos a nós mesmos, mas a Jesus Cristo como Senhor. Que espécie de testemunho damos à cerca de Jesus? Louvamos a Ele devidamente? Ou estamos descrevendo-O, apenas, como fez o servo, na parábola de Mateus 25:24? André disse a Pedro estas simples palavras: "Achamos o Messias", que foram suficientes para levá-lo a Cristo. Felipe fez semelhante com Natanael, dando apenas um pouco mais de explicações acerca de Jesus e convidou-o a vir ver por si mesmo, e ele o fez - Jo.1:45-46. Mas no Velho Testamento temos um exemplo de como alguém pode dar um mal testemunho a respeito do Senhor! O Rei Ezequias não testemunhou a respeito dos prodígios de Deus, quando os mensageiros de Babilônia foram a Jerusalém com o propósito de saber como era possível que uma nação tão pequena tivesse obtido êxito sobre o grande exército dos Assírios.
Por seu orgulho, Ezequias eclipsou o amor de Deus ao invés de dar a Glória que Lhe era devida, ele limitou-se a mostrar a casa do seu tesouro. A prata, o ouro, as especiarias... Por orgulho pessoal. Ezequias glorificou-se a si mesmo em vez de render suas homenagens ao seu Senhor... Por isso Ezequias foi severamente castigado. (II Cr.32:31; II Reis. 20: 12-19).

A VONTADE DIVINA
O Nome do Pai não é glorificado no coração do incrédulo, nem ali Deus reina, fazendo Sua vontade... Mas quando uma pessoa se arrepende e confia em Jesus, as coisas logo mudam. Então aquele que era incrédulo passa a reconhecer Deus como Pai. O seu coração torna-se o trono em que Cristo reina; e o convertido passa a fazer a vontade divina, ao invés da sua própria vontade. Nessa mudança consiste a verdadeira conversão.

O AMOR DIVINO
Deus nos criou, Ele desejou que as Suas criaturas estivessem com Ele na comunhão eterna. Ele nos ama com amor eterno. Ele não quer que nós pereçamos, mas que todos sejamos salvos (I Pe. 3:9b). Mas devemos saber que ninguém será salvo por sua própria vontade (Jo.5:6,40) Cada ser humano tem que resolver por si mesmo. O Pai não quer que ninguém esteja no céu sem ter o prazer de estar com Ele, nem admitirá ninguém que não aceite a Jesus Cristo como Seu Filho. Esta é a razão porque desejamos agradar o coração de Deus, e a razão que temos para nos ocuparmos em buscar os perdidos. Se meditarmos nisto, ao falar aos homens a cerca do Evangelho, o amor de Deus encherá os nossos corações, brilhará em nossos olhos, e afetará até o timbre de nossas vozes (II Co 5:11) diz assim: "conhecendo o temor do Senhor, persuadimos aos homens" E o verso 14 diz: "Pois o amor de Cristo nos constrange" Assim, que a GLÓRIA DE DEUS seja o nosso motivo supremo na grande tarefa de evangelizar os nossos semelhantes. Há ocasiões em que o Espírito Santo nos move a apresentar ao incrédulo o seu dever de glorificar o seu Criador, como base na sua aceitação de Cristo. Especialmente quando se fala aos jovens, esta verdade os atrai, porque lhes oferece uma razão de ser, uma meta na vida, e um ideal que se põe a ordem com os interesses e conflitos de sua existência.

MOTIVOS QUE NOS CONTRANGEM O AMOR ÀS ALMAS
Em Rm. 5:5, temos que "o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi outorgado”. Então, sendo que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para salvar-nos da perdição e dar-nos a vida eterna, segue-se que este amor em nós também se manifestará em querer que todas as almas sejam salvas.

DEVEMOS DESEJAR A SALVAÇÃO DE TODO SER HUMANO
Este amor, que é de Deus em nós, compele-nos a pensar em todas as pessoas que encontramos em como está a sua relação com Jesus Cristo. Isso até mesmo antes de considerarmos se esta ou aquela pessoa é digna de nossa amizade, se vai ser útil e proveitosa conhecê-la, nada disto, basta que seja um ser humano, feito à imagem divina, para que desejemos levá-lo a Cristo.

MEIOS QUE DEUS USA
Nem todo membro de igreja procura oportunidade para testificar do amor de Deus. Existem até os que procuram esconder que são crentes em Cristo, apesar do que diz a Bíblia: (Mc 8:38 e Mt.10:32; 2.33). Mas quando o cristão evangeliza constrangido pelo Espírito Santo nele, é prova de que ele está seguindo a Cristo. Em raras ocasiões Deus usa pessoas não convertidas para citar alguma verdade bíblica.

A NECESSIDADE DAS ALMAS
Todas as pessoas precisam conhecer a Deus. E nós , que O conhecemos, devemos suprir essa necessidade.

VÁRIAS NECESSIDADES DOS HOMENS
1 - Está perdido e necessita de um Guia;
2 - Está enfermo e necessita de um médico;
3 - Está escravizado, necessita de um Redentor;
4 - Está moribundo e necessita de um Salvador;
5 - E stá espiritualmente morto, necessita de Vida Nova.
A lista pode ser aumentada indefinidamente porque o homem natural ignora as verdades espirituais e necessita de luz, iluminação; tem fome e sede de uma satisfação que não encontra. O homem natural, até que se dê conta de sua condição espiritual, e suas consequências, dificilmente busca a Salvação. O nosso dever é ensinar-lhes que o pecado pode propiciar prazeres ao corpo, mas não pode dar gozo à alma, e que Jesus é a única resposta para a alma.

A CHAMADA DE DEUS A OBEDIÊNCIA É IMPERATIVA
É fácil perder os ânimos e achar que já fizemos a nossa parte e cumprimos a nossa obrigação. Pra quê continuar aguentando os insultos dos incrédulos? Porém o Espírito Santo está sempre a mostrar os frutos do nosso trabalho e nos fazendo pensar em nossa obrigação de cumprir o dever de evangelizar.

A AUTORIZAÇÃO QUE TEMOS PARA EVANGELIZAR
Todo cristão conta com a autorização divina para evangelizar. Tem as suas ordens por escrito (Mc. 16:15; Mt. 4:19; At. 1:8; Lc 24:45). Os apóstolos levaram muito a sério a sua comissão e testificaram apesar de toda a oposição (At. 2-4). Pedro disse a seus juízes como justificação para ter continuado sua pregação, contra as ordens deles: "Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos.”.

QUEM É AUTORIZADO A EVANGELIZAR
Os que reconheceram a Jesus como Messias, Filho de Deus e seguiram-nO, por causa dos seus ensinamentos, estes foram os enviados a pregar (Mc. 5:18; Lc10:1-12).

ORDENS GERAIS E PARTICULARES
Temos, portanto, autorização plena e clara, escrita na Palavra de Deus, a Autoridade Suprema em todo o universo. Também reconhecemos que Ele é o Deus Vivo, que ainda se comunica com os seus filhos que vivem neste mundo. Podemos fazer uma alegoria entre a Bíblia e o Manual Militar. O cidadão que se alista no exército, é enviado ao quartel, onde veste o uniforme militar, e em seguida ensinam-lhe as regras elementares do exército. Aprende como saudar os oficiais, como responder à ordem de "Atenção!" como apresentar armas, o modo de marchar, de montar guarda, etc. Mas, por exemplo, do manual não constam as ordens do dia, em que se diga que o cabo Pedro Gonçalves com o soldado Carlos Pereira montará guarda à porta do Palácio do Governo, desde a meia-noite de quinta-feira, 25 de abril, até às quatro da madrugada de sexta-feira. Esses detalhes não se escrevem no manual geral, mas dia após dia constam do quadro de avisos individuais, no quartel. Esta prática militar é uma ilustração, embora imperfeita, do que sucede com o cristão. Ao aceitar e confessar Cristo, como seu Senhor e Salvador pessoal, a pessoa constitui-se membro do exército do Senhor Jesus. Deve, portanto, aprender a as ordens gerais para cada soldado espiritual, conforme estão escritas em o Novo Testamento. Uma delas é a comissão de falar em nome de Cristo às almas perdidas, rogando-lhes que se reconciliem com Deus (II Co. 5:17-20).

ORDENS ESPECIAIS
Há regras que todo cristão no exército de Deus, deve observar e acatar sempre. Deus reconhece a cada um de seus soldados não só pelo nome, mas também os seus pensamentos mais íntimos e até as intenções do seu coração. Sabe chamá-lo, pelo nome e indicar-lhe o que deseja que ele faça, (At. 5:20; 6:11). Nem sempre o Senhor fala de forma dramática, como fez com Paulo no caminho de Damasco, ou em sonhos como aconteceu com José. Geralmente Ele fala mediante a Sua voz suave na alma do seu filho e outras vezes através das circunstâncias. O mais comum, é que o crente sinta em seu espírito um santo impulso para dizer algo a certa pessoa, descobrindo que, se obedecer, o Espírito Santo lhe dá as palavras adequadas.

UMA ILUSTRAÇÃO
Um mestre de doutrina cristã ia andando por uma rua e à sua frente iam quatro homens lado andando, de maneira que obstruíam completamente a calçada. O Mestre ouviu então o mais alto e forte dos quatro falar palavras blasfemas contra Deus. “O mestre era homem franzino e de estatura mediana, mas antes de poder refletir, e obedecendo a um impulso interior, adiantou-se e colocou a mão sobre o ombro do homenzarrão e disse:” Homem, quem lhe deu o direito de usar o nome do meu Pai com tão pouco respeito?”O blasfemos deteve, e inclinando-se fitou os olhos em seu interlocutor e disse:" Não sei quem é o senhor, mas esta manhã, a minha esposa, que é uma boa cristã, me repreendeu nestes mesmos termos. “Meu amigo, eu tenho que dirigir-me ao trabalho agora mesmo, mas se o senhor me der o seu nome e endereço, prometo ir visitá-lo para que me fale de Deus” o resultado foi o regresso de outro pródigo à casa do Pai. Convém obedecer a voz do Espírito, mesmo quando as circunstâncias forem adversas. Como recomenda o Apóstolo Paulo: "insta, quer seja oportuno, quer não" (II Tm. 4:2).

FINAL DA PARTE 1
Por detrás de toda exortação e instrução, está a necessidade de cuidar para que a sua motivação seja aceitável ao Senhor, e que cada ação e cada palavra sua conte com o "Visto" da Sagrada Escritura, sendo dirigida pelo próprio Espírito Santo.

"REQUISITOS PARA O EVANGELISMO"
Jesus Cristo expôs o requisito primordial para ser um ganhador de almas, quando disse: "Vinde após mim, e Eu vos farei pescadores de homens" (Mt. 4:19). É, portando necessário ser um seguidor d’Ele, e permitir que Ele faça conosco o que deseja que sejamos para a Sua Glória. Não importa qual seja o nosso dom ou ministério; o propósito ou resultado deve ser: que os homens sejam "pescados" para Cristo. Quer dizer, salvos pela fé n’Ele. Em outras palavras, cada dom do Espírito é dado ao crente a fim de que seja empregado em ganhar almas para Cristo. O verbo "vir" no versículo acima citado está no modo imperativo. Não se trata, portanto de um convite, mas de um mandamento. Assim, cumprir este mandamento é dever sagrado de todo cristão. Tratá-lo com descaso é desobediência ao nosso Senhor. Seguir a Cristo de coração resultar-nos-á ocuparmos em buscar outros para Ele. (II Co. 5:11).

O QUE NÃO SE REQUER PARA PODER FAZER A OBRA PESSOAL.
A necessidade de usar o bom senso
Uma jovem missionária, coberta com um escasso vestido da última moda, para dia diante de um grupo de homens vulgares e do por calibre moral. Enquanto ela, com aparente boa fé, lhes dava o seu testemunho em palavras corretas e excelentes gramática, em seu fervor, movia o seu corpo de um lado para o outro com certo ritmo, os espectadores riam e soltavam grosseiras expressões, manifestando o seu desejo de dançar com ela. A sinceridade sem ser acompanhada da prudência e do bom senso, traz resultados contraproducentes. Além disso, devemos nos ater à regra básica da evangelização pessoal, de que os homens devem falar com homens, e as mulheres com mulheres, e sempre que possível, segundo a sua mesma idade e cultura, a menos que haja circunstâncias especiais. Não é necessário que o cristão tenha aparência física perfeita, com um corpo escultural. Nem Cristo nem os apóstolos foram conhecidos por sua aparência física. Paulo, por exemplo, descreve a si próprio como de presença corporal débil (II Co. 10:10) e enferma, talvez com os olhos prejudicados por alguma enfermidade (Gl. 4:13-15; 6:11). Há cristãos muito espirituais que fisicamente são disformes (coxos, mancos, tortos, com lábios leporinos, etc.). Mas a presença de Cristo em suas respectivas vidas faz com que o seu interlocutor se esqueça  completamente do seu defeito corporal, realçando a beleza espiritual que se manifesta de forma sensível. Alguém pode falar com uma dessas pessoas, e logo ficar convencido de que esteve na presença de um singular filho de Deus. O Espírito que pode vencer esta classe de "obstáculos" ou impedimento é Poderoso também para vencer dificuldades no falar.

FALE SÓ DE CRISTO
Tanto para pescar peixes, como para pescar homens, vale uma importante regra: "Conserve-se fora da vista". O Apóstolo Paulo disse: “não nos pregamos a nós mesmos, com o objetivo de a outra pessoa nos ter em estima, em confiar em nossa palavra, e nem devemos nos rebaixar excessivamente”. O Espírito Santo está no cristão com o objetivo de convencer o mundo do pecado, porque não crê no Senhor Jesus (Jo. 7-8).

CONSIDERE SEMPRE O PENTECOSTE
Há cristão, que se dizem impossibilitados de evangelizar por não ter estudado em uma universidade, ou em um seminário. Esta desculpa procede de uma atitude incorreta do cristão. Soa como se a pessoa que a apresenta ignorasse que o Pentecoste é uma história verídica. Uma das lacunas mais comuns e tristes nas igrejas de hoje, é a multidão de membros que vive como os discípulos de João Batista que em Éfeso disserem: "Nem mesmo ouvimos que existe o Espírito Santo" (At.19:12). Não conta com um Deus presente diariamente em sua vida. Muitos não conhecem a Bíblia como deviam. É certo que ninguém conhece a Palavra de Deus a fundo porque ela é obra de Deus, mas podemos e devemos estudá-la e conhecê-la melhor à medida que o tempo passa. Mas também não são teólogos todos incrédulos com quem havemos de falar. São almas necessitadas. Precisam saber o que você sabe. Necessitam do seu testemunho. Portanto, cabem a você procurá-las e falar-lhes. Deixe de pensar em si mesmo. Deixe de evadir-se da sua responsabilidade, com desculpas sem fundamento. Qualquer servo de Deus há de ser criticado, caçoado, rejeitado. Alguns o desprezarão e censurarão além do que é justo. Outros louvarão ou estimularão mais do que merece.  Enquanto estamos neste mundo incrédulo, não devemos esperar outro tratamento da parte do povo. Lembremo-nos de Mateus 5:11,12; I Pedro 4:14. E recordemos o que o Senhor sofreu por nós (Hb. 12:3-4), e que está atitude do mundo só comprova a sua necessidade da mensagem do evangelho. O Servo de Deus deve meditar muito nestas duas passagens das Escrituras "Ai de vós, quando todos vos louvarem" (Lc. 6:26); "Porventura procuro eu agora o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo." (Gl.1:10) O Cristão deve dizer a cerca de si mesmo, o menos que lhe seja possível. Deve apenas dar um testemunho pessoal de como Cristo mudou a sua vida, e lhe deu paz. Toda verdadeira conversão é uma obra do Espírito Santo, embora Ele nos tenha usado como Seus instrumentos para fala ao pecador. Nosso dever é fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para conseguir que o incrédulo, ao ouvir a Palavra escrita de Deus, sinta-se como se o próprio Deus lhe estivesse falando naquele momento, de forma pessoal. Quando o pecador se rende a Cristo, é natural que terá um apreço especial pela pessoa que o levou aos pés do Salvador, mas o dever do obreiro é fazê-lo ver que é a Deus a quem ele precisa agradecer pela sua salvação. Se não podemos proceder sinceramente desta maneira, convém que nos examinemos, para jogar fora o orgulho e todo o motivo ou pensamento e que não glorifique a Deus.

CULTURA SUBMISSA
A cultura acadêmica pode servir de obstáculo à obra do Senhor, se não for sujeita completamente ao Espírito Santo de Deus. Mas quando a cultura permanece debaixo do controle divino, o seu possuidor será submisso como instrumento útil e eficaz de Deus, pronto para apresentar o Evangelho a toda classe de pessoas, de maneira simples e compreensível.

O SOCORRO DO ESPÍRITO SANTO
Muitos se surpreendem quando pela primeira vez experimentam o socorro do Espírito Santo, ao depararem com momentos e circunstâncias em que o Espírito Santo intervém para auxiliar no modo correto de falar, comportar-se ou mesmo calar-se diante de algumas situações. Não é raro quem depois do fato acontecido, percebem como teria sido impróprio ser tivessem procedido conforme seu costume em outras ocasiões. Não devemos deixar de testificar ou evangelizar, por temor de equivocar-nos. O Espírito nos ajuda em nossas fraquezas.

A RESPONSABILIDADE É INDIVIDUAL
O Senhor será o juiz da obra de cada um dos seus filhos, do que ele tenha feito desde a época da sua conversão. Romanos 14:12 diz que " Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus". Haverá galardão ou perda de galardão, para todos os cristãos, sem exceção. Levemos a mensagem e sejamos fiéis Àquele que nos enviou, não importa a maneira como o mundo nos receba. O Nosso Senhor não nos promete todo o êxito que desejamos? Ele diz que somos levados em triunfo em Cristo Jesus, que por meio de nós, manifesta em todo lugar o aromado Seu conhecimento. Isto foi o que Paulo disse em II Co. 2:14-16: "Porque somos para com Deus o bom perfume decreto; nos que são salvos... aroma de vida para vida; nos que se perdem... cheiro de morte para morte". Mesmo se tivermos fracassos, devemos seguir adiante (Gl.6:9; I Co. 15:58). A dificuldade de toda desculpa, é a nossa incapacidade de compreender que somos apenas instrumentos do Espírito Santo, e que é Ele que convence e converte o pecador. Mas no fundo de tudo, a desculpa é desobediência, falta de fé ou manifestação de interesse próprio. É uma expressão de indolência espiritual. Seria mais honroso confessar que, na verdade não queremos enfrentar a tarefa ganhar almas.

O QUE SE REQUER PARA FAZER A OBRA
1 - Ter o amor de Deus em nossos respectivos corações por ceio do Espírito Santo (Rm. 5:5) - conversão.
2 - Um sentido de urgência em ganhar almas (Ef. 5:16) - O Senhor voltará, o Tempo é curto.
3 - Um conhecimento adequado da Bíblia, para empregá-la com Autoridade (I Co.15:1-4)

AJUDANDO AO RECÉM-CONVERTIDO
Uma vez que tenhamos visto alguém fazer a profissão de fé em Cristo, depois da devida instrução, temos direito de esperar que haja uma transformação de vida em tal pessoa. Não podemos pensar e dizer que já fizemos tudo o que nos cabia, e que estamos livres de toda a responsabilidade neste caso. Não é assim. Temos a mesma obrigação que tem a mãe, pela criatura a quem acaba de dar a luz.  Nosso dever é fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para assegurar que a nova criatura (II Co.5:17) receba o alimento e o cuidado, a instrução e o exercício que são necessários para o seu desenvolvimento espiritual.

NÃO DEVEMOS TER MEDO DE DESEMBAINHAR A ESPADA DIVINA
Quanto da Bíblia é necessário que alguém saiba, para começar a obra pessoal? O fato de milhares de pessoas terem sido convertidas pelo uso de apenas um versículo das Escrituras, prova que sabendo apenas isto, um versículo, pode-se dar início à obra e ter um bom êxito. Quantas almas foram ganhas para o Senhor apenas com João 3:16? Ou João 1:12? Mateus11: 28? Romanos 10:9? Atos 16:31 e outros.

MEMORIZAÇÃO DE PASSAGENS BÍBLICAS
Como é de esperar, teremos a oportunidade de testificar de Cristo e de conversar acerca d’Ele, quando não houver uma Bíblia por perto, ou quando não for possível ou não for à ocasião propícia para usá-la. Portanto, o crente que deseja ser perito pescador de homens para o Senhor, deve determinar-se resolutamente a aprender de cor um número sempre crescente de passagens bíblicas. Nunca se arrependerá.

COMO FUNCIONA A MEMÓRIA
As leis de memorização são quatro:
 1 - a primeira impressão;
 2 - a compreensão;
3 - a associação e
4 - a repetição.
Quando uma pessoa de fato quer aprender algo de cor, e se põe a fazê-lo, pode realizá-lo. A sua decisão vale muito. Pode-se ilustrar a aplicação das quatro regras de aprendizagem, desta maneira: Um cristão resolve que vai aprender certo versículo de cor. Põe-se a estudar o seu significado: que é realmente o que ele quer dizer? Quando o compreende bem, liga-o com outras passagens, e grava-o em sua mente, onde se encaixa no desenvolvimento do plano de salvação. Então, medita bem acerca do seu uso na obra pessoal, emprega-o ao falar com os outros, e repete e tona a repetir o versículo juntamente com a sua referência ou endereço, isto é, o livro, capítulo e o número do versículo. Assim, a pessoa usou todas as quatro leis, sem sequer percebê-lo.

O USO DE CARTELAS
Muitos cristãos usam o emprego de cartõezinhos, ou tiras de papel para memorizar textos bíblicos. De um lado escreve-se o versículo ou passagem, e do outro, onde se encontra na Bíblia.  Durante há primeira semana guarda-se o cartão no bolso ou na carteira, lendo-o, com frequência, diariamente, até que, ao ler um lado, pode-se dizer o que está escrito do outro. Quando se aprendeu este versículo, passa-se o cartão para outro lugar, onde se guardam os versículos que são recapitulados semanalmente, ao ver que não lhe custa nenhum esforço trazê-lo à memória, esse versículo é passado para o grupo dos que são revisados mensalmente. Desta maneira, ele permanecerá gravado em sua memória.

É NECESSÁRIO DAR OPORTUNIDADE PARA QUE O ESPÍRITO SANTO FALE
Os melhores pescadores que temos conhecido aprenderam que a obra pessoal não consiste em soltar uma torrente de palavras nos ouvidos de uma pessoa. Não apenas dão ao sua interlocutora oportunidade para falar, mas citam um versículo da Escritura e o explicam, permitem uma pausa, para dar tempo à pessoa de pensar, e ao Espírito Santo de convencer. Isto geralmente evita que o entrevistado pense que o cristão está procurando obrigá-lo a crer, queira ou não.

ENSINAMENTOS BÍBLICOS:
A enfermidade universal - a) Que todo ser humano é pecador por natureza, e que, portanto se encontra sobcondenação de morte se continuar em sua incredulidade, isto é, sem crer em Cristo como seu Senhor e Salvador. (Rom. 3:10, 19,23; 6, 23; 10:9; 5:8; Jo. 3:16)
O remédio - b) Que Jesus de Nazaré, que nasceu da virgem Maria, por obra do Espírito Santo, é o próprio Deus manifestado em corpo humano, para que pudesse viver cumprindo a lei de Deus com perfeição, e depois de morrer, tomando sobre Si a condenação que nós merecemos, e ressuscitar dentre os mortos como prova de que Seu sacrifício satisfez plenamente todas as exigências da lei divina (Is. 53:6; Rm.4:25; II Co. 5:21; Lc 19:10; Jo. 3:17).
A aplicação - c) Que toda pessoa que sinceramente se arrepende do seu pecado e da sua incredulidade; crê que Jesus Cristo é o Filho de Deus; recebe e confessa-O como Senhor da sua vida; confia no Seu sacrifício feito na cruz do Calvário como a perfeita satisfação diante da justiça divina por seus pecados, e a única esperança para a eterna salvação da sua alma, é salva pela graça de Deus, apropriada por meio da fé (Mc. 1:15; Ef. 2.8-9; Rm. 10:9-10; Jo. 3:16; 1:12; 11:25,26; Is.1:18).
Resultado - d) Quando qualquer pessoa deposita a sua fé no sacrifício de Cristo como seu Salvador, e se entrega sem reservas a Ele como Seu Senhor, vários benefícios são concedidos pelo Espírito Santo, como parte integrante da sua Salvação.
 O indivíduo é perdoado, o que significa que a sentença de morte eterna que pesava sobre ele foi revogada pelo próprio Deus.
É redimido, isto é, a sua dívida foi totalmente cancelada.
É resgatado, o que significa que foi libertado da escravidão a que Satanás o sujeitava.
É justificado, isto é, apresentado diante de Deus como se não tivesse pecado.
É renascido (adotado ou feito Filho de Deus).
É santificado, (é lhe dado um novo coração com uma nova natureza, a fim de poder andar como Filho de seu novo Pai).
O seu corpo torna-se templo do espírito Santo, que morará para sempre nele. Desse momento em diante, ele tem duas naturezas: a velha, humana, natural, inclinada a operar independentemente de Deus; e a nova, divina, santa, inclinada a buscar a vontade de Deus em tudo (II Pe. 1:3-4; Rm. 5:1;Gl.5:16-18)

Fontes: (textos extraídos do Curso de Evangelismo Pessoal e em Massa IBR - Instituto Bíblico Bras. Por Correspondência) Retirado do Site Vivo – http://www.freespace.com.br/rj/vivo Jljunior@writeme.comEnviado por: Márcia, Profetisa do #100%_Jesus garcia.m@persocom.com.br


OBS: Pesquisado e editado por: Carlos Eduardo

1 comentários:

Paulo Alves disse...

Paz !
Linda essa matéria sobre a importância de evangelizar. Hoje muito tem esquecido que essa é a grande missão que Jesus nos deixou e tem se deixado levar pelo individualismo.
Parabéns pelo blog estarei seguindo ele! e quero também te convidar para conhecer e seguir meu blog Palavra Diária.
Abraço

www.palavradiariadevida.blogspot.com.br

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